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Arte no Douro

O Douro não é apenas uma terra de história, mas também de cultura e de modernidade. A sua arte está vinculada à região, o que não impede de abrir as portas a formas de arte mais modernas, como o cinema, as artes plásticas e a literatura.

Exposição no Museu do Douro | © Centro Nacional de Cultura, António CruzArte no Museu do Douro | © Centro Nacional de Cultura, António CruzMuseu do Côa | © Centro Nacional de Cultura, António CruzExposições no Museu do Douro | © Centro Nacional de Cultura, António CruzMuseu do Côa | © Centro Nacional de Cultura, António CruzExposição "Memória da Terra", no Museu do Douro | © Museu do DouroExposição "Memória da Terra", no Museu do Douro | © Museu do DouroExposição "Memória da Terra", no Museu do Douro | © Museu do DouroPlaca com poema de Miguel Torga | © Museu do DouroCartaz Douro Film Harvest 2011 | © Douro Film HarvestO Estranho Caso de Angélica | © Douro Film HarvestEdifício do Serviço Educativo | © Museu do DouroMuseu do Côa | © José Paulo Ruas

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Museus

Com uma nova abertura perante o mundo, o Douro abriu as suas portas a um estilo de vida moderno, mais voltado para a cultura e para a arte. A prová-lo está a Bienal Internacional de Gravura do Douro, reconhecida internacionalmente pelas pessoas do meio artístico, que mostra uma panóplia de obras de artes plásticas, expostas em vários locais da região.

Além desta gama de exposições, o Museu do Douro contém a exposição permanente Memória da Terra do Vinho, onde se podem observar peças relacionadas com a atividade vinícola.

Existem vários museus em toda a região, sendo cada um deles especializado numa determinada área. O Museu de Lamego encerra obras de arte sacra e decorativa, de forte expressão conventual, ao passo que o Museu do Côa contém artefactos relacionados com a pré-história.

Entre a época do Romantismo (século XIX) e o início do Saudosismo (século XX), o Douro viu nascer ilustres escritores que narraram as suas paisagens. Nos escritos de Miguel Torga, um dos maiores poetas portugueses do século passado, as referências ao Douro são inúmeras. João de Araújo Correia e Aquilino Ribeiro narraram as gentes da região, enquanto Guerra Junqueiro versou o rio dourado. Trindade Coelho, Domingos Monteiro e Pina de Morais são outros escritores nascidos em terras durienses.

O Douro tem também sido palco de cinema ao longo dos anos, uma vez que é um local único e proporciona imagens inigualáveis. Em 1931, o cineasta Manoel de Oliveira realizou o seu primeiro filme, que tinha o rio Douro como pano de fundo. Douro, Faina Fluvial era, originalmente, um filme mudo de 21 minutos, tendo sido restaurado em 1994, a partir de materiais da sua primeira versão.

Manoel de Oliveira homenageou as terras durienses, em 1993, com o filme Vale de Abrãao, uma história baseada no livro de Agustina Bessa-Luís. As filmagens decorreram em Samodães, uma freguesia do concelho de Lamego, numa quinta onde atualmente se encontra o hotel Aquapura Douro Valley. O apreço do cineasta pelo Douro passou para os seus discípulos, o que resultou na rodagem de O Estranho Caso de Angélica, também em terras durienses.

Desde 2009 que a região acolhe o festival de cinema Douro Film Harvest, onde se podem visualizar estreias mundiais, realizadores internacionais, e se homenageiam a grandes nomes da indústria cinematográfica.

O Douro nunca apagará a imagem de uma terra ligada às suas raízes e tradições, mas poderá tornar-se num misto de passado e presente, agregando as suas glórias seculares à jovialidade da arte contemporânea.

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