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Rio Douro

A força propulsora desta região encontra-se nas águas do rio Douro, que banham a região, levando, a cada margem, encantos milenares. Um rio de história, de viagens, que marca as suas gentes com a mesma intensidade com que molda os montes e vales durienses.

Rio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroBarragem de Santa Maria de Aguiar | © Turismo do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro a chegar ao Peso da Régua | © Concurso Douromedia 2010Barragem da Régua | © Melanie AntunesRio Douro | © Museu do DouroSol reflecte nas águas do rio Douro | © Melanie AntunesRio Douro corre entre colinas | © Concurso Douromedia 2010Vista para o rio Douro e a antiga ponte ferroviária de Peso da Régua | © Concurso Douromedia 2010Rio Douro no Peso da Régua | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroPonte sobre o rio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroCrespúsculo no rio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do DouroRio Douro | © Museu do Douro

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Em terras espanholas, na província de Sória, nasce o rio Duero, entre os montes da Serra de Urbión. Após a fronteira converte-se em Douro, recebendo as águas do rio Águeda e do seu irmão gémeo, o Côa. Ao longo dos seus 850 quilómetros de extensão abarca outros rios como o Tua, o Sabor, o Pinhão e o Távora.

Antes de desaguar no salgado Oceano Atlântico, entre Vila Nova de Gaia e o Porto, o rio Douro passa pelas cidades de Miranda do Douro, Vila Nova de Foz Côa e Peso da Régua. Na Invicta os seus olhos voltam-se para o céu, ao contemplar as sete pontes que ligam as duas margens. Já nas águas do interior, ora fica deslumbrado com os socalcos que o rodeiam, ora observa os tesouros que o seu leito encerra.

Apesar de no início do seu curso o Douro ser um rio largo e pouco caudaloso, durante a maior parte da sua extensão é marcado por um declive acentuado, curvas apertadas e rochas salientes que o tornam num rio forte, por vezes violento. Contudo, esta rebeldia foi amansada pela construção de várias barragens hidroelétricas, que além de proporcionarem energia, criaram albufeiras de águas tranquilas, que incentivam à navegação.

A hidrovia do Douro estende-se desde a Barragem de Crestuma-Lever até à Barragem do Pocinho, num total de 200 quilómetros. Estas águas são navegáveis desde tempos remotos, sendo povoadas pelos barcos rabelos desde o século XIII. Com a internacionalização do vinho do Porto o tráfego do rio aumentou, uma vez que estes barcos transportavam vinho, armazenado em pipas, até à Invicta. Atualmente, os rabelos são apenas uma das muitas embarcações turísticas que navegam pelas águas do Douro. Os cruzeiros navegam por uma distância maior, fazendo a ligação entre o Porto e a região do Douro, podendo ir para além da fronteira espanhola.

A sobrevoar o rio Douro, estão aves de rapina que reinam sob um céu azul, colhendo alimento nas águas brilhantes do rio Douro. Não só os predadores encontram sustento neste gigante hidrográfico, pois o Homem também a ele recorre para pescar a sua refeição e regar os seus campos. Escalo, enguia, truta, perca, carpa, barbo, mexilhão, são algumas das espécies aquáticas que se encontram no rio.

Todos os campos são refrescados pelas águas do Douro, mesmo os que se encontram a grandes altitudes, pois não escapam ao nevoeiro, que resulta da evaporação. O solo fértil e o clima ameno criam as condições ideais para quase todo o tipo de colheitas, sendo a viticultura a privilegiada. Os vinhos do Porto e de mesa não devem o seu sabor apenas ao Homem, mas também aos elementos naturais da região, como o rio Douro.

Ao longo da trajetória do rio Douro e na sua bacia hidrográfica erguem-se regiões classificadas de Património Mundial, como o Centro Histórico do Porto, o Centro Histórico de Guimarães, o Alto Douro Vinhateiro e o Sítio Pré-Histórico de Arte Rupestre do Vale do Côa. O Douro é um rio de história, de segredos, de riquezas e tesouros, que pertence não só ao seu povo, mas também ao mundo inteiro, uma vez que por ali passaram civilizações e nómadas de todo o lado, tendo todos sido conquistados pela beleza de rio tão modesto.

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