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Paisagem

Montes e vales verdejantes que se entrelaçam com o rio Douro e os seus afluentes; planícies coloridas pelas amendoeiras em flor; animais únicos e plantas raras... No Douro não faltam paisagens de cortar a respiração, que vão mudando de cor consoante a estação do ano, pintando quadros equiparáveis às obras de arte mais conceituadas.
Paisagem no rio Douro | © Museu do DouroPaisagem do Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroVinhas com cores de Outono | © Museu do DouroPaisagem do Douro | © Museu do DouroPaisagem do Douro | © Museu do DouroRuínas de uma janela com vista para as videiras | © Museu do DouroPaisagem do Douro | © Museu do DouroPaisagem no concelho de Vila Nova de Foz Côa | © Museu do DouroAmanhecer no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro ao amanhecer | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroBarco a caminho do Pinhão | © Museu do DouroNascer do sol sobre as vinhas | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPôr do sol em São João da Pesqueira | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroPaisagem no Douro | © Museu do DouroNevoeiro no Douro | © Museu do DouroFoz do rio Tedo | © Museu do DouroBarragem da Bemposta | © Turismo do DouroFlor comum no Douro apelidada de Dedaleira ou Campainhas | © Melanie AntunesPenínsula do Ribeiro Escuro em Freixo de Espada à Cinta | © Turismo do DouroVinhas no Ribeiro Escuro em Freixo de Espada à Cinta | © Turismo do Douro

"Um poema geológico. A beleza absoluta."
in Diário XII, de Miguel Torga

Seguindo o curso do rio Douro, chegamos a um lugar onde as águas são mais brilhantes e o ar é mais puro. Nos montes que rodeiam o leito do rio dourado encontram-se socalcos esculpidos pela mão do homem, de onde provêm o famoso vinho do Porto e os muito apreciados vinhos de mesa do Douro.

O Douro assemelha-se a uma tela que vai mudando de cor consoante a estação do ano, pintada pelas folhas e flores das diversas plantações. Na primavera, quando as amendoeiras florescem, o branco e o violeta misturam-se com o verde das folhas. Já no outono, os montes e vales são cobertos por um manto de castanho e cobre.

O verde da vegetação contrasta com o brilho das águas dos vários rios e ribeiras que serpenteiam pela região. O rio Sabor percorre locais selvagens sem intervenção humana, o rio Côa encerra tesouros milenares e os rios Corgo, Tua, Távora e Varosa abraçam o coração da região vinhateira. Apenas alguns exemplos das dezenas de afluentes do Douro que com ele convivem em estreita harmonia.
 
Entre a vegetação e penhascos escondem-se animais em vias de extinção, principalmente aves de rapina, que retiram o seu sustento das águas do rio Douro ou de pequenos roedores.



A região do Douro, seca no verão e gélida no inverno, está repleta de contrastes - a acrescentar à principal cultura da vinha, a amendoeira e a oliveira são abundantes e marcam a gastronomia local, encontram-se extensas áreas com solos agrestes povoados por uma vegetação selvagem, e em vales e planaltos férteis cultivam-se os mais variados frutos e vegetais.

Na região existem ainda três áreas de grande importância ambiental, o Parque Natural do Douro Internacional, o Parque Natural do Alvão e a Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, que nos permitem embrenhar no meio da natureza e descobrir miradouros, quedas de água, nascentes, praias fluviais, plantas raras, animais selvagens e muitos outros tesouros escondidos.

Na região do Douro, a natureza conseguiu adaptar-se às mãos trabalhadoras do homem da lavoura, assim como este conseguiu preservar a natureza e manter a sua beleza intacta.

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