Douro Valley - Voltar ao Início
InglêsCastellano

Património e Cultura

No meio das povoações ou embrenhados na natureza, encontram-se testemunhos de várias épocas que contam histórias de trabalho, de fervor religioso, de poder e de expressão dos sentidos do homem. Desde o Paleolítico até à atualidade, permanecem vestígios que permitem percorrer muitas facetas da história da humanidade.

O Douro é uma terra de tradições, com uma cultura ligada à sua história, à religião, à agricultura e à simplicidade do seu povo. Os museus e as manifestações culturais mais eruditas, coabitam com as feiras e romarias e com o culto dos santos populares.

Sé Catedral de Lamego | © Centro Nacional de Cultura, António CruzCastelo de Longroiva | © Vitor OliveiraSantuário Nossa Senhora dos Remédios | © Centro Nacional de Cultura, António CruzVisita a igreja em Carrazeda de Ansiães | © Centro Nacional de Cultura, António CruzSantuário de Nossa Senhora da Lapa | © TUREL: Guia do Douro ReligiosoMosteiro e Igreja de Salzedas | © TUREL: Guia do Douro ReligiosoVista sobre a Igreja de Santa Maria de Sendim. | © Melanie AntunesRuínas de Almofala, em Figueira de Castelo Rodrigo | © Centro Nacional de Cultura, António CruzPintura no tecto da Capela de Nossa Senhora da Lapa | © Melanie AntunesInterior da Sé Catedral de Lamego | © Centro Nacional de Cultura, António CruzFachada do Mosteiro de Santa Maria de Salzedas | © Concurso Douromedia 2010Túmulos árabes em Carrazeda de Ansiães | © Centro Nacional de Cultura, António CruzPormenor da fachada da Igreja de Santa Maria de Sendim | © Melanie AntunesAldeia típica do Douro | © Museu do DouroPintura religiosa elaborada em azulejo | © Turismo do DouroRuínas de Almofala, em Figueira de Castelo Rodrigo | © Centro Nacional de Cultura, António CruzSé Catedral de Lamego | © Vitor OliveiraImagem de Nossa Senhora da Piedade | © Emanuel RochaInterior da igreja matriz de Salzedas | © Concurso Douromedia 2010Torre sineira | © Museu do DouroCastelo Melhor | © Miguel MoraisCruz desenhada na parte exterior da Igreja de Santa Maria de Sendim, que tem como padroeira Nossa Senhora do Pranto. | © Melanie Antunes

 Há milhares de anos os homens do Paleolítico instalaram-se na zona, tendo deixado os seus rastos espalhados por muitos locais, que se perpetuaram até aos dias de hoje. Este património está hoje preservado e visitável, constituindo o Parque Arqueológico do Vale do Côa, classificado em 1998 pela UNESCO (United Nations Educational, Scientific, Cultural Organization) como Património Mundial da Humanidade.

Romanos, mouros, visigodos e suevos, que também passaram por lá, não resistiram ao encanto de terra tão pura. Com o cristianismo, surgiram os inúmeros templos religiosos, que não pararam de se multiplicar durante a Idade Média. Com a vinda dos nobres e burgueses para as terras durienses as construções passaram a ser mais sumptuosas, embora puramente habitacionais. Atualmente, uma grande parte dos solares e palacetes servem como local de alojamento turístico.

Os vestígios mais valiosos do passado encontram-se protegidos nos vários museus da região, sendo que alguns deles contêm já um espólio bastante significativo. No entanto, é a sua gente do Douro que mantém alguns dos maiores patrimónios da região: preservam tradições como o artesanato e continuam a cuidar da terra e a viver em harmonia com a natureza. As expressões próprias da região do Douro mantêm-se e são passadas de geração em geração, e, no caso do mirandês, falado há séculos na região, foi reconhecido, em 1999, como segunda língua oficial em Portugal. Nas aldeias mais recônditas existem ainda profissões artesanais como, por exemplo, os sapateiros, os latoeiros, e os cesteiros.


As festas e romarias nunca deixaram de ser realizadas, seja pelo culto da religião seja apenas pela vontade de celebrar e de participar nas atividades da comunidade. A música tradicional portuguesa, as refeições típicas da região e os vinhos do Douro não podem faltar em nenhuma época festiva.

Os habitantes da região do Douro são pessoas com uma cultura muito própria e popular, tendo um grande respeito pelo passado e pela natureza, algo que os rodeia a cada esquina. Ao andarmos pelas ruas mais antigas de qualquer aldeia sentimos que transpomos uma barreira do tempo e recuamos dezenas ou centenas de anos, presenciando a história na primeira pessoa.

Clique para Maximizar

abrir mapa

Fechar
A minha Viagem
Filtro de Conteúdos
© Douro Valley 2011 | Todos os direitos reservados